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quinta-feira, 21 de abril de 2011

JESUS DE NAZARÉ, O CRISTO DE DEUS, NOSSA PÁSCOA

por Carlos Bregantim

Sempre que chega esta chamada "semana santa", faço uma releitura dos últimos dias do meu Senhor, Jesus de Nazaré, narrados nos evangelhos.

Mateus, Marcos, Lucas e João usam lentes diferentes para descrever os mesmos episódios, digo, as cenas secundárias do momento apoteótico da crucificação e em seguida da ressurreição do Senhor.

São muitos os detalhes e, cada um deles merecem observações de acordo com a percepção de quem lê.

Já fiz estes exercícios muitas vezes ao longo destes anos que leio as Escrituras Sagradas e, tento usar lentes diferentes para observar e ganhar as percepções mais variadas, sobre as circunstancias daqueles últimos dias de Jesus, o Cristo de Deus.

Gosto, na verdade, impacta-me os títulos que são dados a Jesus, enquanto vamos lendo as narrativas dos evangelistas.

Esta semana, pensando nestes títulos e, claro, mais que os títulos, o que de fato o Senhor é, emocionei-me imaginando os passos dEle ao lado dos amigos, discípulos e seguidores distantes.

Imaginei a Eternidade e, um instante em que a Trindade Eterna conclui um acordo que implicava em, Um desceria e viraria gente e seria oRedentor da humanidade.

Trio do Amor decidiu que o Filho, a Segunda Pessoa da Trindade Santa, encarnaria e, isto se daria do modo mais comum, isto é, se contentaria em ser formado como homem a partir do útero de uma mulher.

Nascer, crescer, ser formado homem na companhia de uma família de humanos simples.

Rei dos reis crescendo numa carpintaria.

Príncipe da Paz sendo levado pelas mãos ao templo e a todos os lugares onde seus pais o levava.

Amado do Céu sendo batizado pelo primo ermitão.

Maravilhoso Conselheiro sendo inquirido, interrogado desde os primeiros dias do seu ministério.

Pai da Eternidade limitado ao corpo de um humano e ao espaço insignificante dos humanos.

Justo sendo o tempo todo questionado e percebendo duvidas até entre os seus melhores amigos.

E, a medida que a plenitude do tempo chegou, a Verdade Eterna se curva e lava os pés dos amigos que, a partir daquela noite viveriam as piores complexidades de alma e se tornariam, traidores, duvidosos, temerosos e carregados de pavor.

Vida seria presa por soldados cruéis sob os olhares apáticos e medrosos dos amigos.

Pedra de Esquina seria interrogada e julgada culpada.

Agua da Vida receberia cusparadas, murros e bofetões e vinagre pra beber.

Santo de Israel, o Rei dos reis, o Pão da Vida carregaria pelas ruas de Jerusalém a Cruz e levaria sobre si, o pecado de todo mundo.

Alpha, O Omega, o Cordeiro Eterno, o nosso Mediador se entregaria e escandalosamente morreria pendurado na Cruz.

Verbo Divino seria sepultado e tido como morto definitivamente.

Ninguém a não ser Ele, o Caminho, sabia que ressuscitaria.

E pra desgraça eterna do inferno e todos os seus moradores, mas, para nossa eterna felicidade Jesus, o Cristo de Deus ressuscitou.

O Seu próprio Poder fez com que saísse e deixasse o túmulo vazio para sempre.

Apareceu aos amigos e a muitos.

Subiu aos Céus e está assentado a destra do Pai.

E, como prometeu, virá outra vez e nós o celebraremos e ai, cantaremos uma canção ou muitas canções.

Talvez uma delas será esta, FORMOSO ÉS, AMADO MEU. TU ÉS A FONTE DA MINHA VIDA E O DESEJO DO MEU CORAÇÃO.

Formoso És:

Em meu coração há uma canção
Que demonstra minha paixão
Para meu Rei e meu Senhor
Para aquele que me amou

Formoso és, meu Senhor
Formoso és tu, amado Deus
Tu és a fonte da minha vida
E o desejo do meu coração
Feliz Páscoa.
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